Grande parte das empresas ainda trata IA como automação pontual, projeto técnico isolado ou iniciativa experimental. O resultado é conhecido.
Iniciativas de IA nascem sem uma visão integrada do negócio.
Pilotos funcionam, mas não conseguem evoluir para toda a organização.
Informações distribuídas em diferentes sistemas dificultam análises e decisões.
Faltam diretrizes claras para priorização, controle e tomada de decisão.
Informações não são transformadas em decisões estratégicas e vantagem competitiva.
Projetos isolados que não geram transformação organizacional.
Mudanças tecnológicas sem adaptação humana comprometem a adoção.
Privacidade, LGPD, propriedade intelectual e uso seguro da IA seguem em aberto.
Toda organização já possui um nível de inteligência, observável na forma como aprende, compartilha conhecimento, decide e responde a mudanças. A Inteligaia existe para elevar esse nível — integrando estratégia, pessoas, processos, dados e IA em um único sistema capaz de evoluir.
A tecnologia é um componente dessa inteligência, nunca o seu ponto de partida. Nosso foco é transformar IA em eficiência operacional, aceleração de maturidade, inteligência de negócio, ganho de produtividade e vantagem competitiva sustentável.
Toda iniciativa gera impacto real em receita, produtividade, eficiência e escalabilidade.
Integração de operação, negócio, produto, cultura, dados e tecnologia.
Preparação da liderança e das equipes para novos modelos de trabalho.
Capacidade permanente de adaptação e crescimento.
A progressão é decidida por evidência, não por cronograma — cada fase só começa quando a anterior provou resultado.
Mapeamento e diagnóstico de operação, fluxos, gargalos, maturidade e oportunidades de IA.
Diagnóstico de maturidade real × percebido · mapa de gargalos com impacto financeiro · baseline de métricas · quick wins · roadmap priorizado · critérios de go/no-go.
Sponsor executivo definido · agenda de líderes e especialistas para entrevistas · autorização de leitura de CRM, chamados e dados de entrega.
Estruturação de fluxos e contextos mais inteligentes, escaláveis e orientados por negócio.
BPMN to-be documentado e validado · Mapa Operacional Inteligente · especificação dos agentes a construir · plano de gestão da mudança.
Diagnóstico aprovado · linha de negócio ou fluxo prioritário definido · champions nomeados nas áreas envolvidas.
Definição e priorização de iniciativas com impacto real em negócio, produtos e operação.
Especificação completa dos agentes · definição da plataforma corporativa · estrutura do Centro de Excelência · análise de segurança e conformidade (LGPD, BCB, CVM).
BPMN aprovado · responsável técnico interno designado · política de dados e controle de acessos definida.
Apoio sustentável na integração da IA aos processos, times e liderança.
Treinamentos executivo e operacional · go-live da linha prioritária · relatório de estabilização · manual operacional do novo fluxo.
Ambiente de teste com dados reais anonimizados · champions capacitados · plano de rollback definido · indicadores de go/no-go acordados.
Observabilidade, otimização e evolução contínua da organização baseada em evidências.
Dashboard semanal · relatório mensal de inteligência operacional · revisão trimestral com o board · releases de refinamento dos agentes.
Fluxo estabilizado em produção · baseline e indicadores acordados · acesso contínuo aos dados operacionais.
Toda organização possui duas versões de si mesma: a que acredita operar e a que realmente opera. A distância entre elas é onde nasce o diagnóstico.
Software e serviços B2B para o setor financeiro. Portfólio robusto, times técnicos fortes e uma ambição clara: deixar de ser fornecedora para se tornar parceira de inovação dos seus clientes.
O crescimento, porém, veio por aquisições sucessivas — e somou culturas, sistemas e processos que nunca foram integrados. A pergunta que abriu o diagnóstico: a operação sustenta a próxima curva de crescimento?
O conhecimento vive nas pessoas e nas reuniões — não em bases vivas. E se perde a cada passagem entre áreas. Retrabalho, decisão lenta e dependência de pessoas-chave não são quatro problemas: são um problema aparecendo em quatro lugares.
Dezessete vozes independentes, do CEO ao desenvolvedor, apontaram para o mesmo ponto. Uma organização que não retém o que aprende não consegue aprender — e aprender é o pré-requisito da Inteligência Organizacional.
Resumo de reunião e atualização automática do CRM. Libera tempo de venda de imediato e ataca a causa da perda comercial.
Classificação de chamado e resposta às recorrências. Reduz o volume repetitivo sem mexer na estrutura.
Recuperação de contexto entre áreas. Ataca direto a causa raiz — e foi pedida, de forma independente, por quase todos os entrevistados.
Estrategista de negócios, especialista em produtos do mercado financeiro, inteligência artificial e transformação organizacional. Une mais de duas décadas em tecnologia a uma formação profunda em comportamento humano, psicanálise e desenvolvimento organizacional. Conecta disciplinas distintas para construir modelos mais completos do que qualquer uma delas explicaria sozinha.
Liderou iniciativas de estratégia de construção de produtos, gestão de portfólios estratégicos, liderança de times multidisciplinares e transformação organizacional em empresas de tecnologia e mercado financeiro. Na Evertec, reformulou o framework de Design System e integrou o Centro de Excelência em IA, onde participou da concepção de agentes para discovery, backlog, apoio ao desenvolvimento e diagnóstico de produtos. Traduzia a estratégia em plano tático e apoiava a estruturação de áreas, processos e entregas.
Enxerga empresas como sistemas vivos, compostos por pessoas, cultura, decisões, incentivos, informação e tecnologia. Fundou a Inteligaia em 2026.
Administradora com ênfase em Comércio Exterior e pós-graduada em Gestão de Projetos, traz para a Inteligaia a disciplina de execução: transformar estratégia em entrega, conectando pessoas, processos, projetos e tecnologia.
Atuou na gestão de projetos e em estruturas de PMO, desenvolvendo experiência em planejamento, organização, acompanhamento de entregas e gestão de stakeholders. Na Vivo, coordenou escopo, prazo, risco e stakeholders em programas com múltiplas frentes. A experiência profissional em Londres ampliou sua visão de mundo, fortaleceu sua autonomia e desenvolveu fluência em inglês em contexto multicultural.
Percorreu também o caminho do empreendedorismo, atuando no mercado de fotografia e em iniciativas de mentoria voltadas ao desenvolvimento de empreendedores. Acredita que tecnologia só gera transformação quando é incorporada pela organização e pelas pessoas — e é disso que depende uma mudança estruturada e sustentável.
O primeiro passo é sempre o diagnóstico: compreender como a organização realmente funciona antes de acelerá-la com IA.